“E o Verbo
se fez carne” (Jo 1,14)
Mas que
carne?
Da nossa, que come e bebe,
que cresce, se desenvolve,
facilmente adoece e, dia após dia, envelhece.
Mas a sua
carne, como a nossa,
foi sensível ao toque,
deixou-se queimar pelo sol,
amou e deixou-se amar,
pois sentimento se sente na carne.
O seu olhar
misericordioso
era plantado na carne,
e as suas palavras de compaixão
saíam de uma boca de carne.
E foi na
sua carne ferida
que Ele demonstrou maior amor:
amor que, por amor, se fez carne.
(Ir. Rosa
Maria Ramalho, fsp)

Nenhum comentário:
Postar um comentário